Formanda colombiana visita comunidade do noviciado

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Foi com muita alegria e entusiasmo que nesta quinta-feira, dia 15 de maio, acolhemos a Diana (formanda da Província Padre Serra), natural de Colômbia, que veio para fazer a etapa do noviciado em nossa Província Santíssimo Redentor.

Diana é uma jovem  muito animada, aberta e contagiante. Muito comunicativa e já chegou podendo aproveitar dos ritmos Paulistanos. Isto porque no dia 17 de maio aconteceu a Virada cultural e como não podíamos perder, Diana também se animou e participou conosco ( Ir. Alejandra, Ana Paula, Evelyn, Priscilla e a postulante Samara).
Iniciamos nossa jornada da virada na estação da Luz, ouvindo, cantando e dançando ao som de samba, ensinamos a Diana a sambar e foi  muito divertido. Acabando o samba não podia faltar o típico pastel de São Paulo, alimentado o corpo partimos para o Anhangabaú para ver uma apresentação do Cisne com Ana Botafogo, e para esta apresentação, sem palavras, foi lindo demais. E encerramos nossa noite no Teatro Municipal, com Tetê Spindola, onde fechamos a noite com chave de ouro, além de o teatro municipal ser a coisa mais linda, o show a Tetê foi esplêndido.
Está sendo muito rica a presença da Diana em nosso meio, hoje ela parte para uma experiência em Salvador, e já está deixando saudades. Foi muito bom ter convivido com ela esses dias, foi um presente de Deus.


Conteúdos do blog

As publicações deste blog trazem conteúdos institucionais do blog da Pastoral Vocacional Oblata – PVO, bem como reflexões autorais e também compartilhadas de terceiros sobre o tema prostituição, vulnerabilidade social, direitos humanos, saúde da mulher, gênero e raça, dentre outros assuntos relacionados. E, ainda que o Instituto das Irmãs Oblatas no Brasil não se identifique necessariamente com as opiniões e posicionamentos dos conteúdos de terceiros, valorizamos uma reflexão abrangente a partir de diferentes pontos de vista. A Instituição busca compreender a prostituição a partir de diferentes áreas do conhecimento, trazendo à tona temas como o estigma e a violência contra as mulheres no âmbito prostitucional. Inspiradas pela Espiritualidade Cristã Libertadora, nos sentimos chamadas a habitar lugares e realidades emergentes de prostituição e tráfico de pessoas com fins de exploração sexual, onde se faz necessária a presença Oblata; e isso nos desafia a deslocar-nos em direção às fronteiras geográficas, existenciais e virtuais.   

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